<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8140183838255997442</id><updated>2011-07-08T06:43:34.103-07:00</updated><category term='romance'/><category term='palhaço'/><category term='casanova e a revolução'/><category term='imprensa'/><category term='teatro'/><category term='eugênio bucci'/><category term='os sonhadores'/><category term='wagner moura'/><category term='documentário'/><category term='stella senra'/><category term='letícia sabatella'/><category term='o mala'/><category term='guel arraes'/><category term='jornalismo'/><category term='jornalista'/><category term='radiojornal'/><category term='ética'/><category term='análise de filme'/><category term='video'/><category term='livro'/><category term='riso'/><category term='filme'/><category term='hamlet'/><category term='humor'/><title type='text'>Resenhas Culturais</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gabriela Borini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14587205894432461378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-1aMXEgrRJlQ/ThPFLOBILRI/AAAAAAAAAz0/FIsIqdWxSSQ/s220/foto16.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8140183838255997442.post-2336075813495330722</id><published>2009-03-08T09:45:00.000-07:00</published><updated>2009-11-10T15:05:16.999-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='humor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='riso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teatro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='palhaço'/><title type='text'>O Dom de Fazer Rir</title><content type='html'>Depois três meses... voltei. Vou tentar resenhar as últimas coisas que vi. Posto durante a semana. Por enquanto, fiquem com uma "resenhazinha" de uma peça que vi para fazer um trabalho de Português.&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/SbP6G3YAirI/AAAAAAAAARI/aTbiQmjn-bU/s1600-h/palhacosmudos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310863381450754738" style="width: 225px; height: 285px;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/SbP6G3YAirI/AAAAAAAAARI/aTbiQmjn-bU/s400/palhacosmudos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;A morte dos palhaços como o início de uma sociedade de depressão-sem-fim&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quem já foi ao circo certamente sabe que o palhaço é uma das melhores atrações. Mas não é só debaixo das lonas que eles têm trabalhado. Além de festas de aniversário, é possível encontrá-los também no teatro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Semana passada, assisti “A noite dos palhaços mudos”, no Sesc de Campinas. A peça foi muito bem adaptada, pela Cia La Mínima e por Alvaro Assad, da História em Quadrinhos de Laerte, “Os palhaços mudos”, e é uma crítica à atual imagem que a sociedade faz dos palhaços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora muita gente discorde, acredito que vivemos em uma sociedade depressiva, de modo que, se vemos alguém alegre, nos espantamos e logo perguntamos qual o motivo de felicidade, a fim de que possamos desfrutá-la também.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por isso a comédia tem se tornado, nos últimos anos, um dos gêneros mais buscados. Percebe-se um aumento no número de expectadores de peças de humor e de seriados cômicos, dentre tantas outras formas de se fazer rir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso talvez explique por que o teatro estava cheio. Quem estava presente, dificilmente se decepcionou. Como os palhaços são mudos, o humor usado foi o clown. Logo, a peça é uma mistura das trapalhadas dos palhaços com os suaves movimentos pantomímicos. Não teve quem não risse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O riso, porém, esteve o tempo todo acompanhado da crítica. Os dois palhaços da peça passam a noite em busca... de um nariz roubado. O nariz é a característica mais marcante de um palhaço e seu roubo representa a morte do personagem. O agente que o “assassinou”, em determinado momento da peça, discursa para uma multidão sobre o início da vitória sobre os palhaços mudos. O extermínio de todos eles era o objetivo final. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com sincronia e muita, mas muita expressão corporal e facial, Domingos Montagner e Fernando Sampaio nos revelam intimidade dos palhaços. Somos capazes de sentir as mesmas sensações que eles, nos emocionar com a amizade e a cumplicidade de ambos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O agente deixa claro que a organização da qual faz parte considera os palhaços mudos vagabundos. Ser palhaço não pode ser considerado uma profissão. Sabemos, pois, que essa idéia não é só dessa organização fictícia. Inúmeras pessoas compartilham dessa mesma opinião.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A questão, portanto, é: por que exterminar “doutores da alegria”, se vivemos em uma sociedade tão carente e depressiva, na qual o dom de fazer rir devia ser um dos mais preserváveis?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8140183838255997442-2336075813495330722?l=resenhasculturais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/feeds/2336075813495330722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8140183838255997442&amp;postID=2336075813495330722&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/2336075813495330722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/2336075813495330722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/2009/03/o-dom-de-fazer.html' title='O Dom de Fazer Rir'/><author><name>Gabriela Borini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14587205894432461378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-1aMXEgrRJlQ/ThPFLOBILRI/AAAAAAAAAz0/FIsIqdWxSSQ/s220/foto16.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/SbP6G3YAirI/AAAAAAAAARI/aTbiQmjn-bU/s72-c/palhacosmudos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8140183838255997442.post-8838169037157279500</id><published>2008-12-04T21:48:00.000-08:00</published><updated>2008-12-12T16:46:33.403-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='letícia sabatella'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wagner moura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='guel arraes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>Romance, Guel Arraes</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/STjC2f8i41I/AAAAAAAAAMs/Gm82bwMWzug/s1600-h/romance.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276181205008704338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 190px; CURSOR: hand; HEIGHT: 285px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/STjC2f8i41I/AAAAAAAAAMs/Gm82bwMWzug/s400/romance.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assisti à Romance nesta semana e demorei uns dias para resenhar, pois não havia conseguido me decidir se gostei ou não do filme. Hoje, posso dizer que gostei, mas há ressalvas a serem feitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro (Wagner Moura) é diretor e ator de teatro e está ensaiando com Ana (Letícia Sabatella) a peça “Tristão e Isolda”. Um belo ponto de partida para uma história de amor. “Tristão e Isolda” é um romance trágico, no qual os personagens principais se amam, mas não podem ficar juntos e, portanto, morrem por amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três meses de ensaio não poderiam ter outro fim, senão um envolvimento dos atores. Pedro e Ana se apaixonam e vivem intensamente um amor. Tão intensamente que a cena de amor ficou linda, bem dirigida, super bem montada (palmas à Gustavo Giani!) e &lt;a href="http://www.romanceofilme.com.br/blog/2008/11/cena-de-amor-entre-personagens/#comments"&gt;caiu na internet&lt;/a&gt; assim que o filme estreou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como em toda história de amor contemporânea, os personagens passam por crises de ciúmes, caem na rotina e tudo mais que uma relação a dois traz consigo. Logo, se separam. Ana vai morar no Rio de Janeiro para fazer uma novela. Pedro continua em São Paulo fazendo teatro. Ela alavanca sua carreira de atriz e ele continua no mesmo mundo fazendo peças como Otelo, Cyrano de Bergerac, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anos depois, eles se reencontram e Ana propõe à Pedro que escreva e dirija uma minissérie para o especial de fim de ano da televisão. Ele aceita a proposta e decide escrever, exatamente, Tristão e Isolda com adaptações e filmada no nordeste. Neste ínterim, Ana conhece José de Arimatéia (Vladimir Brichta). José é, na verdade, Orlando; um ator que se faz passar por nordestino – por uma sugestão da namorada Fernanda (Andréa Beltrão), que também é empresária de Ana – para conseguir a vaga na minissérie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se imaginar o que acontece adiante e, por isso, meus caros leitores, agora que estão mais do que contextualizados, vamos ao que mais me interessa: as críticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li o release disponibilizado no &lt;a href="http://www.romanceofilme.com.br/"&gt;site do filme&lt;/a&gt; e achei um trecho que toca bem no ponto que mais me chamou atenção no filme: “O céu e inferno da experiência amorosa, vividos e experimentados na literatura, no teatro, na TV e, claro, no cinema. É possível conviver harmoniosamente? É possível que estas linguagens convivam harmoniosamente, mantendo um alto padrão de qualidade que não afaste o público?” Essas são questões que o personagem de José Wilker, Danilo, se faz no próprio filme. Ele é um diretor geral de televisão – o que produz a minissérie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vos respondo. Sim, é possível trazer romance da literatura para o teatro, para a TV e para o cinema e, mais, tudo junto. Como vocês bem sabem, no filme há encenações de peças, há gravações de minissérie e, claro, é ‘uma película’. Por isso, o que mais me chamou a atenção quando eu saí do cinema foi a linguagem utilizada por Guel Arraes e Jorge Furtado. Simplesmente adorei o tom, as palavras, os diálogos, a fotografia e, mais uma vez, a montagem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/STjCWBxEsrI/AAAAAAAAAMk/FoWnZYPOTTA/s1600-h/romance2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/STjC7CuKKxI/AAAAAAAAAM0/UmugSMNR0lw/s1600-h/romance2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276181283063081746" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/STjC7CuKKxI/AAAAAAAAAM0/UmugSMNR0lw/s400/romance2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;Mas, se tudo isso me agradou, o que me desagradou? A atuação da Letícia Sabatella e um pouco a do Wagner Moura. Antes, porém, quero ressaltar que Andréa Beltrão é sempre sensacional para comédia e a sua personagem tem esse tom; Vladimir Brichta está bem tanto como o atorzinho-playboy-novo-burguês como o guia e ator nordestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao ponto que me interessa. As cenas românticas – que são a maioria – estão muito bonitas. Ora, são dois atores bonitos e foram bem dirigidas. Mas o sempre mesmo tom da Letícia me tira do sério. É sempre aquela voz baixinha, fininha, meiguinha. Já o Wagner parece que já estava ensaiando Hamlet quando gravou o filme, porque suas atuações no teatro e no cinema estão muito parecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademais, a direção musical de Caetano Veloso é agradável, embora eu ache que o cinema se tratando de um filme de amor, a música devia penetrar e estar em cada segundo. Atualmente, na minha opinião (e na de Selton Mello*), o cinema devia usar muita (muita mesmo!) música.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Trailer do filme:&lt;br /&gt;&lt;object height="265" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/R8tVhUFJ1Js&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/R8tVhUFJ1Js&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="320" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;* digo isto, pois vi um programa especial no Multishow que chama Profile. Neste dia, o filme comentado foi “Feliz Natal”, que Selton dirigiu e estreou este ano.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8140183838255997442-8838169037157279500?l=resenhasculturais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/feeds/8838169037157279500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8140183838255997442&amp;postID=8838169037157279500&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/8838169037157279500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/8838169037157279500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/2008/12/romance-de-guel-arraes.html' title='Romance, Guel Arraes'/><author><name>Gabriela Borini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14587205894432461378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-1aMXEgrRJlQ/ThPFLOBILRI/AAAAAAAAAz0/FIsIqdWxSSQ/s220/foto16.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/STjC2f8i41I/AAAAAAAAAMs/Gm82bwMWzug/s72-c/romance.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8140183838255997442.post-7600934371275787957</id><published>2008-11-18T10:46:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T17:24:17.191-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o mala'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teatro'/><title type='text'>O Mala, Larry Shue</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/SSMNrBToqOI/AAAAAAAAAME/DSvFopMxaa8/s1600-h/omala.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270071021689940194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/SSMNrBToqOI/AAAAAAAAAME/DSvFopMxaa8/s400/omala.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;Foto: Site Teatro Tim&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eu não sei o quanto as comédias escrachadas americanas agradam o público brasileiro. A mim, definitivamente, não apetece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história se passa em um apartamento. O dono, Willum Cubbert (Otávio Martins), ganha uma festa surpresa dos amigos para comemorar seus 34 anos e recebe a visita inesperada de um sujeito que salvou sua vida na guerra. Rick Steadman (José Rubens Chachá), o mala, é totalmente inconveniente, que transforma a vida do arquiteto Willum e de todos a sua volta em uma loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O enredo é bem estruturado, não há dúvidas. O texto, entretanto, parece meio infantil e os personagens são extremamente caricatos. Não conheço a versão original, apresentada no exterior, mas a atuação – fruto de uma direção exagerada – é igualmente exagerada, no melhor estilo Zorra Total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que defende, no entanto, o diretor da peça no Brasil, Isser Korik, é justamente que “o público não ri do que é dito, mas do que vai acontecer”. Eu, porém, ri das improvisações dos atores. Chachá é um ótimo comediante, um ator experiente e não precisa gritar para tal. Consegue brincar com o público e gera verdadeiras crises de riso entre os atores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O autor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nascido em Nova Orleans, em 23 de julho de 1946, graduou-se pela Illinois Wesleyan University e recebeu o título de Bacharel em Belas Artes, em 1968. Escreveu outro grande sucesso, “O Estrangeiro”, que tem o mesmo estilo. Nesta, um visitante descobre diversos segredos enquanto passa um tempo hospedado em um hotel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Mala”, cujo título original é “The Nerd”, foi escrita em 1981 por Larry Shue. Já foi apresentada na Broadway e tornou-se a maior bilheteria americana nos anos 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;A peça estará em cartaz no Teatro TIM até 21 de dezembro. Os ingressos custam R$ 30 (sexta e domingo) e R$ 40 (sábados) e a censura é livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;Eu sei que disse que voltaria no sábado, mas preciso aprender a parar de estabelecer prazos, pois quase nunca consigo cumpri-los. Fato é que eu sempre volto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8140183838255997442-7600934371275787957?l=resenhasculturais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/feeds/7600934371275787957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8140183838255997442&amp;postID=7600934371275787957&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/7600934371275787957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/7600934371275787957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/2008/11/o-mala-larry-shue.html' title='O Mala, Larry Shue'/><author><name>Gabriela Borini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14587205894432461378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-1aMXEgrRJlQ/ThPFLOBILRI/AAAAAAAAAz0/FIsIqdWxSSQ/s220/foto16.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/SSMNrBToqOI/AAAAAAAAAME/DSvFopMxaa8/s72-c/omala.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8140183838255997442.post-9135069691647709289</id><published>2008-11-11T17:06:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T17:25:28.638-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teatro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hamlet'/><title type='text'>Hamlet, William Shakespeare</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/SSMNTC49jHI/AAAAAAAAAL8/92uIsm2b3j8/s1600-h/hamlet.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270070609798073458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/SSMNTC49jHI/AAAAAAAAAL8/92uIsm2b3j8/s400/hamlet.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt; Foto: Site Faap&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Após quase três horas de espetáculo, é inegável que Wagner Moura incorpora Hamlet. Em determinados momentos de forma um pouco exagerada, em outros momentos impecavelmente. Seria injusto dizer, como estava pensando há pouco, que o tom exagerado tenha sido dado pelo diretor, Aderbal Freire Filho, e as cenas extraordinárias sejam mérito do ator. Pensei melhor e acredito que os dois - ator e diretor - são responsáveis pelas cenas boas e as ruins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hamlet é um personagem atormentado. Esse é o tema do meu semestre da faculdade na matéria de leituras de ficção: personagens atormentados. Foi um dos motivos pelo qual eu li o livro. E o próprio Wagner já disse isso em diversas entrevistas. Sabemos também que Hamlet é inteligente. Podemos perceber isso em diversas passagens do livro, como quando ele chama Guildenstern (ou será Rosencrantz?) de esponja. Ou pelo simples fato de ele planejar a morte de seu tio Cláudio (Tonico Pereira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como pudemos discutir em aula, entretanto, algumas obras de Shakespaere (também Romeu e Julieta) são marcantes, pois são obras em que as tragédias, diferentemente do que era escrito nos livros da Antigüidade, são originárias das próprias mãos do homem e não de punições dos deuses. É justamente o fato de o homem "decidir o seu futuro" e Hamlet ser tão inteligente que a peça/o livro tem o desfecho que tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ofélia de Aderbal, interpretada por Georgiana Góes, está ótima até o final do 3º ato. Em seguida, essa Ofélia foi tomada de uma loucura também exagerada. Eu, enquanto lia o livro, não a imaginava louca, mas um tanto quanto atormentada como Hamlet, pendendo para o lado depressivo. Mas Georgiana também foi a intérprete que mais me emocionou. As cenas em que Ofélia canta no livro são bastante difíceis de serem compreendidas; a personagem fala frases soltas, complexas, aparetemente sem significados e conexão. Porém, na encenação, eu pude compreender várias coisas que não tinham ficado tão claras para mim. Merece destaque a voz de Georgiana. Não sei se ela fez aula de canto, mas foi muito bonito vê-la nas cenas cantando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cláudio de Tonico Pereira está interessantíssimo; exatamente como eu imaginava. Carla Ribas como Gertrudes está modesta. Caio Junqueira interpretando Horácio está fiel. Os demais personagens, interpretados por Fabio Lago, Marcelo Flores, Gillray Coutinho, Claudio Mendes e Felipe Koury, estão em sintonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou um pouco confuso, imagino, para quem não leu o livro, entender determinadas cenas. Sabe-se que o pai de Hamlet, antigo Rei da Dinamarca, assassinado por Cláudio, aparece na peça como um fantasma. Foi interessante a maneira como o diretor trabalhou isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de explicar, porém, devo adicionar uma observação bem lembrada pela minha professora no intervalo da peça. Interessantíssimo o diretor ter adotado o mesmo sistema das peças de antigamente. Nos espetáculos dos séculos passados, as cochias não ficavam escondidas. Como se fossem biombos, as cochias eram instaladas no próprio palco e a platéia podia ver os atores descansando enquanto não estavam encenando. Aderbal Freire Filho trabalhou da mesma meneira com uma adaptação inteligente. Biombos não foram colocados no palco, mas havia cadeiras em ambos os lados do palco, onde os atores sentavam enquanto não estavam encenando. Além disso, quando "entravam" no palco, vestiam por cima dos trajes de "descanso" uma roupa que os caracterizava. Logo, quando estavam aguardando sua vez, ficavam com roupas cinzas ou marrons, que indicavam que "não estavam em cena".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando às cenas confusas, pois... Quando era necessária a presença do fantasma na cena, todos os homens (exceto Tonico Pereira e Gillray Coutinho) entravam em cena e vestiam partes da armadura com a qual Hamlet pai morrera. Está dada a confusão em algumas cabeças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da pequena confusão que possa acontecer, algumas cenas "adaptadas" para os tempos atuais são desnecessárias. Na maioria, são cenas de humor escrachado que não há no livro. O livro é denso do começo ao fim e isso deveria ser seguido. Está certo que se não fossem essas cenas, ninguém emitiria um som sequer. As pessoas só riam em cenas com esse caráter. Ok, o que era engraçado no século XVI não tem a menor graça para nós. Mas isso não é justificativa para que se mude cenas de uma peça desse nível. Deixasse, então, a peça toda densa, sem som da platéia. A reação da platéia é necessária, mas há outra maneira de se perceber o que o público está achando ou achou ao final da peça. Basta ouvir os dez minutos de aplausos de um teatro lotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;Eu já devia ter começado a postar há um tempo, mas estava adiando a estréia para publicar algo novo. Como teria de esperar até sábado para resenhar uma peça de teatro que verei na sexta, resolvi postar essa crítica comparativa entre peça e livro, que escrevi para o meu extinto blog, em 31 de agosto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8140183838255997442-9135069691647709289?l=resenhasculturais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/feeds/9135069691647709289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8140183838255997442&amp;postID=9135069691647709289&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/9135069691647709289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/9135069691647709289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/2008/11/hamlet-william-shakespeare.html' title='Hamlet, William Shakespeare'/><author><name>Gabriela Borini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14587205894432461378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-1aMXEgrRJlQ/ThPFLOBILRI/AAAAAAAAAz0/FIsIqdWxSSQ/s220/foto16.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_O_2XRav357Y/SSMNTC49jHI/AAAAAAAAAL8/92uIsm2b3j8/s72-c/hamlet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8140183838255997442.post-4315021046234741912</id><published>2007-11-28T03:36:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T04:03:06.823-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='os sonhadores'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='análise de filme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>Análise de Filme - Os Sonhadores</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1. Sinopse Narrativa:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O filme narra a história de três jovens que se fecharam em um apartamento, em Paris, e viveram as descobertas e transformações dos movimentos culturais de maio de 1968.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Contexto de Produção do Filme:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;“Os Sonhadores”, segundo alguns críticos de cinema, é um filme de Bernardo Bertolucci que deixa a desejar se comparado a outras obras do diretor (“O Último Tango em Paris”, “O Conformista”), pois, apesar de também bastante polêmico, se concentra em demasia na história dos três jovens e deixa a desejar na maneira de comunicar as transformações culturais, políticas e sociais da época.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Desenvolvimento da narrativa:&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Até aproximadamente 1960, o mundo vivia ainda segundo as tradições familiares, sociais e culturais passadas de geração em geração. A partir de maio de 68, com a Revolução Cultural, entretanto, o cenário mundial modificou-se. Matthew (Michaell Pitt), um jovem de 20 anos de idade, foi, nesta época, à Paris estudar francês e, ao chegar na cidade, tornou-se membro da famosa cinemateca parisiense, onde conheceu dois outros jovens: Theo (Louis Garrel) e Isabelle (Eva Green), que estavam protestando contra a demissão de Henri Langlois – criador da cinemateca.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tornaram-se amigos e os irmãos gêmeos convidam Matthew para um jantar. George (Robin Renucci), o pai, fica fascinado pelo jovem garoto e o convida para passar a noite em sua casa. Dias depois, os pais de Theo e Isabelle viajam e os irmãos convidam o mais novo amigo norte-americano para ir morar com eles.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A trama, basicamente, se concentra na vivência dos jovens dentro do apartamento; os três passam dois meses enclausurados em casa. Neste período, Matthew, Isabelle e Theo se esquecem do mundo e passam a se importar somente com si próprios. O diretor mostra durante grande parte do filme a busca dos personagens pela libertação pessoal – “era a Revolução Cultural Particular” – através de cenas nas quais os irmãos Theo e Isabelle demonstram carinho e intimidade fora dos padrões familiares da época e em cenas nas quais Isabelle se relaciona com os dois.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O filme é muito bem acompanhado por músicas de grandes nomes da época como Janis Joplin e The Doors, que representam um dos principais interesses dos jovens: o rock. Além da música, a paixão dos jovens por cinema é apresentada por cenas de grandes filmes como “Rainha Cristina”, “A Vênus Loira” e “Picolino”.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A questão histórica, porém, é de que modo os jovens da década de 60 contribuíram com novos valores, a partir do momento em que os antigos estavam sendo extintos? Como Eric Hobsbawm analisa em seu livro “Era dos Extremos” e o editor e professor Robin Blackbum comenta nos extras do filme, “as crianças de 68 acharam que partiriam para a China de Mao, mas na verdade chegaram às praias da Califórnia e começaram a absorver o traço cultural e consumista da nova era, e sua revolução pela mudança em geral tornou-se uma revolução para mudar a si próprios.” Isso porque formou-se um mercado de massas a partir da confluência dos mesmos interesses dos jovens por rock, cinema e política.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;As partes políticas abordadas no filme são poucas, a não ser na cena final, em que uma pedra atinge a janela da sala onde Matthew, Theo e Isabelle dormiam e eles percebem que enquanto viviam a libertação individual, uma verdadeira Revolução acontecia nas ruas. Eles, então, saem de casa e vão participar do protesto. Iniciam-se os movimentos de 68 sob grandes lemas como ‘Tomo meus desejos por realidade, pois acredito na realidade de meus desejos’ e ‘É proibido proibir’.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Comentário pessoal:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O filme definitivamente não tem por objetivo promover um debate político sobre maio de 68. Bertolucci desejou mostrar o espírito libertário dos jovens da época, a quebra de valores sociais e familiares e a falta de interesse dos jovens em relação ao contexto político e econômico do país. A despeito da realidade de 68, o exagero de cenas de nudez deixa o filme muito carregado.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. Ficha Técnica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os Sonhadores&lt;br /&gt;Bernardo Bertolucci, ITA/FRA/EUA/ING, 2003, 115 min.&lt;br /&gt;Roteiro baseado no livro The Holy Innocents, Gilbert Adair, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. Fontes Consultadas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos: O breve século XX: 1914-1991. 2ª edição. São Paulo: Schwarcz, pp. 323, 327, 334, 2007.&lt;br /&gt;- “Do Lado de Fora da Janela, França, maio de 1968”, Os Sonhadores.&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://br.geocities.com/vinicrashbr/historia/geral/maiode68.htm"&gt;Geocities Vinicrashbr&lt;/a&gt;, acessado em 11 de novembro de 2007.&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/cultura/1824001-1824500/1824385/1824385_1.xml"&gt;Último Segundo&lt;/a&gt;, acessado em 11 de novembro de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este trabalho foi desenvolvido para a matéria de História Contemporânea, em 02 de novembro de 2007.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8140183838255997442-4315021046234741912?l=resenhasculturais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/feeds/4315021046234741912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8140183838255997442&amp;postID=4315021046234741912&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/4315021046234741912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/4315021046234741912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/2007/11/anlise-de-filme-os-sonhadores.html' title='Análise de Filme - Os Sonhadores'/><author><name>Gabriela Borini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14587205894432461378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-1aMXEgrRJlQ/ThPFLOBILRI/AAAAAAAAAz0/FIsIqdWxSSQ/s220/foto16.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8140183838255997442.post-4738255061626936612</id><published>2007-11-28T03:26:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T04:02:16.704-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='casanova e a revolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='análise de filme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>Análise de Filme - Casanova e a Revolução</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1. Sinopse Narrativa: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O filme apresenta diferentes olhares sobre a Revolução Francesa através da história do escritor Nicolas Edmé Restif de la Bretonne, que decide seguir a condessa Sophie de la Borde – juntamente com o sedutor Casanova e o patriota americano Thomas Paine – para encontrar o rei Luís XVI – que havia fugido de Paris.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Contexto de Produção do Filme:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;“Casanova e a Revolução” é considerado pela crítica um dos melhores filmes sobre a Revolução Francesa e, como foi lançado em DVD na mesma época de “Danton, o processo da revolução”, é possível se estabelecer uma comparação na maneira com que os autores tratam do mesmo tema.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Desenvolvimento da narrativa:&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em um porto da França, um senhor anuncia uma máquina capaz de mostrar os grandes feitos históricos por apenas algumas moedas. As pessoas poderiam ver, por exemplo, a Queda da Bastilha, marco inicial da Revolução Francesa – acontecida dois anos antes da época em que se passa o filme –, na qual cem mil parisienses teriam tentado construir um destino diferente para a população, marcando a queda do Antigo Regime e da vitória do Terceiro Estado.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A história começa propriamente quando somos convidados a observar a trajetória de Nicolas Edmé Restif de la Bredonne - escritor da verdade, o que representa, nos dias atuais, um jornalista –, que ao ouvir uma conversa a respeito da partida de uma carruagem da Corte, à noite, decide investigar o caso. Restif começa a perguntar às pessoas nas ruas se viram quem estava na carruagem, pois suspeita de que o rei e sua família haviam fugido de Paris, mas ninguém dá nenhum depoimento.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na manhã seguinte, Restif encontra seu amigo Thomas Paine – célebre escritor inglês da Revolução Americana – partindo na mesma diligência de duas moças do palácio, condessa Sophie de la Borde e sua acompanhante, e decide acompanhá-los mesmo sem saber o destino que teriam; porém, a diligência parte sem sua presença e Restif se vê obrigado a tentar alcançá-los a cavalo. No caminho, entretanto, encontra o sedutor Giacomo Casanova, que se apresenta como Cavalheiro de Seingalt e o convida para continuarem juntos a viagem.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em Meaux, Restif volta a questionar pessoas sobre a passagem do rei pela cidade e, ao encontrar Paine, resolvem analisar o caso. Chegam à conclusão de que o rei pretende chegar em Metz, na fronteira oriental, para conseguir proteção das tropas da Alsácia, Lorena, Franche-Comté e Champagne e de que se esse plano fosse verdade, a França poderia voltar ao Antigo Regime. Nada, porém, é confirmado e seguem viagem rumo à Metz.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em um diálogo travado entre a condessa Sophie e Casanova é possível perceber um dos pontos de vista abordados pelo diretor. Ao ser questionado sobre a situação da França após 1789, Casanova se mostra descontente. Ele alega que após a Revolução Francesa, em que foi aprovada a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão cuja inspiração iluminista defendia o direito a liberdade e à igualdade perante a lei, os servos, cocheiros e garçons se sentiram autorizados a ser atrevidos e insolentes. Após essa manifestação, um jovem cidadão que acompanhava a diligência, se sente ofendido e tenta proibir Casanova de se pronunciar assim; porém é contrariado por Paine, que diz que ele só deve proibir ações nocivas à sociedade. Casanova, portanto, representa uma parte da população francesa que ficou indignada ao ter seus bens confiscados e, o jovem cujo nome não é pronunciado, representa a população do Terceiro Estado, que lutava por direitos iguais.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Outros pontos de vista são apresentados em uma conversa entre Paine e a condessa, quando estavam parados esperando o conserto da diligência. Thomas Paine inicia a discussão dizendo que a França estava caótica devido à instauração de um novo governo, que tem 4.000 famílias favorecidas por serem parentes do rei ou pertencerem à Igreja; a condessa, porém, alega que essas famílias contribuem com as despesas do palácio e com as obras de beneficência à população; mas é advertida por Paine dizendo que não são beneficências que a população quer e sim direitos. Tal discussão iria longe, na época, mas é restrita pelo diretor.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Partem de Meaux e chegam em Châlons. Jacob, auxiliar da condessa, a avisa que algo estranho com a carruagem do rei estaria acontecendo devido a informações que conseguira na região. Em seguida, são avisados de que o rei e a família real haviam sido presos, por patriotas, na cidade de Varennes. Chegando ao local, há uma enorme concentração de pessoas gritando “À Paris”, na tentativa de reivindicar a volta do rei para a cidade, onde, posteriormente, seria preso e guilhotinado. Uma notícia de um jornal parisiense chega e é lida em público; nela é questionado se essa fuga já não era prevista e qual o legado deixado por Luís XVI, além de ser feito o pedido da execução de todos que pertenciam ao Estado Maior. Por fim, Luís XVI recebe o decreto das mãos de dois enviados da Assembléia Nacional em que se consumava a derrota do rei da França.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Comentário pessoal:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O mais interessante do filme é o viés utilizado pelo autor para abordar um tema complexo como uma revolução. Se o esperado era uma discussão entre girondinos e jacobinos através dos principais representantes políticos desses partidos, como é feito em “Danton”, o expectador certamente se decepcionou; porém, a habilidade e inteligência do diretor foram capazes de fazer de “Casanova e a Revolução” um filme importante para a análise das diferentes visões que as pessoas tinham da França naquela época.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. Ficha Técnica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Casanova e a Revolução – A Fuga de Varennes&lt;br /&gt;Ettore Scola, ITA, 1982, 126 min.&lt;br /&gt;Roteiro de Sergio Amidei e Ettore Scola baseado em livro de Catherine Rihoit.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. Fontes Consultadas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=255"&gt;Planeta Educação&lt;/a&gt;, acessado em 24 de maio de 2007.&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=484"&gt;História Net&lt;/a&gt;, acessado em 24 de maio de 2007.&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://dvdmagazine.virgula.com.br/dvd20/resenha.php?id=831"&gt;Dvd Maganize&lt;/a&gt;, acessado em 24 de maio de 2007.&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=179"&gt;História Net&lt;/a&gt;, acessado em 27 de maio de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este trabalho foi desenvolvido para a matéria de História Contemporânea, em 27 de maio de 2007.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8140183838255997442-4738255061626936612?l=resenhasculturais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/feeds/4738255061626936612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8140183838255997442&amp;postID=4738255061626936612&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/4738255061626936612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/4738255061626936612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/2007/11/anlise-de-filme-casanova-e-revoluo.html' title='Análise de Filme - Casanova e a Revolução'/><author><name>Gabriela Borini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14587205894432461378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-1aMXEgrRJlQ/ThPFLOBILRI/AAAAAAAAAz0/FIsIqdWxSSQ/s220/foto16.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8140183838255997442.post-3629694712402928847</id><published>2007-11-27T03:55:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T04:01:22.906-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='stella senra'/><title type='text'>O Último Jornalista, Stella Senra</title><content type='html'>&lt;em&gt;Imagens de cinema&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A introdução do livro “O Último Jornalista” aponta quais são as características necessárias para a criação do jornalista como personagem, em razão da “perda” do jornalista “real” e qual o papel da tecnologia nas transformações ocorridas nos jornais entre os anos de 1950 até atualmente. Apesar do maior enfoque dado ao papel do jornalista nas décadas de 80 e 90, o livro relata como era a profissão jornalística nos anos anteriores e estabelece uma comparação entre os jornalistas liberais e os contemporâneos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na década de 50, os jornalistas eram classificados como liberais, pois “não havia imposição industrial de tempo e de espaço”, mas “havia mais prazer em exercer a profissão”. Nos anos seguintes, em que o regime ditatorial e a censura à imprensa tornaram-se marcos históricos, a responsabilidade do profissional aumentou. O jornalista anteriormente boêmio passou a ser atuante na sociedade e isso revelou à profissão um maior “compromisso com a modernização do país”. Isto significa que a profissão jornalística mudou de rumo e os jornalistas que passaram a desempenhar um importante papel político e social tiveram ainda mais prestígio e sentiram-se mais motivados a lutar para ter novamente a liberdade de expressão que lhes era dada anteriormente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Contudo, em 1980, chega ao fim a censura e paralelamente o capitalismo é instaurado fazendo com que os jornais deixassem de ser gerenciais e passassem a ser operacionais, ou seja, o profissional passa a ter seu trabalho fragmentado. Há também, neste momento, uma grande informatização que transforma a maneira como a imprensa aborda a sociedade: o afinamento político é substituído pela mobilização do mercado, capaz agora de utilizar esta força para “legitimar o jornal enquanto veículo de comunicação”.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em concorrência com a televisão - outro importante veículo capaz de passar informação prontamente - os jornais precisaram reduzir o tamanho de suas notícias para conseguir um contato mais rápido e direto com o leitor e em função da velocidade com que se pode conseguir informações, os jornais têm deixado a desejar em relação à qualidade das notícias.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Uma outra questão relevante é a construção do jornalista personagem. Nome e imagem têm sido de suma importância para a figura do jornalista contemporâneo para “estabelecer com o público um padrão de convivência e de trocas afetivas semelhante àquele desenvolvido pela representação ficcional”. Não por acaso tantos jornalistas têm-se transformado em estrelas quanto estrelas têm-se transformado em jornalistas; haja vista o enorme crescimento de programas estilo talkshows em que jornalismo se mistura com estrelismo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A grande visibilidade adquirida nesses programas ou através da “cunhagem” da imagem deram ao profissional certo poder, além de polarizar a relação entre coletivo e particular, anonimato e evidência reduzindo a originalidade do trabalho. E, por isso, a empresa jornalística tem buscado combinar modernização e espetáculo já que isso sugere o desaparecimento da figura tradicional do jornalista.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Este trabalho foi desenvolvido para a matéria de Teoria do Jornalismo, em 02 de abril de 2007.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8140183838255997442-3629694712402928847?l=resenhasculturais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/feeds/3629694712402928847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8140183838255997442&amp;postID=3629694712402928847&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/3629694712402928847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/3629694712402928847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/2008/11/o-ltimo-jornalista-stella-senra.html' title='O Último Jornalista, Stella Senra'/><author><name>Gabriela Borini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14587205894432461378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-1aMXEgrRJlQ/ThPFLOBILRI/AAAAAAAAAz0/FIsIqdWxSSQ/s220/foto16.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8140183838255997442.post-1622472562623802033</id><published>2007-11-27T03:50:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T04:00:24.932-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imprensa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eugênio bucci'/><title type='text'>Sobre Ética e Imprensa, Eugênio Bucci</title><content type='html'>&lt;em&gt;Capítulo 4 - O vício e a virtude&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O quarto capítulo do livro “Sobre Ética e Imprensa” é baseado na grade de análise de um pensador liberal contemporâneo chamado Paul Johnson, que lista sete pecados capitais e dez mandamentos – que funcionam como antídotos – dos erros mais freqüentes no jornalismo. No entanto, o objetivo do texto não é concordar com as proposições de Johnson, mas analisá-las.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Além da lista de Johnson, outras listas já foram propostas e têm o mesmo valor. É o caso da lista de Marcelo Leite, na qual basicamente cinco problemas técnicos e internos do jornalismo são apontados: “fernandohenriquismo”; “vazamentismo”, em que escândalos são ditos à imprensa através de informações vazadas dos gabinetes; “offismo”, no qual as fontes pedem a não publicação das informações dadas ou a preservação da sua identidade; “retranquismo”, quando longas matérias passam a ser divididas em inumeráveis tópicos para facilitar ao leitor encontrar a informação desejada, que gera, porém, um empobrecimento do conteúdo; e “egocentrismo”, que visa o contentamento do consumidor e expõe a capacidade do jornalista de instruir a sociedade de forma crítica. Ademais, tem-se uma relação de doze resvalos dos jornalistas vistos por quem está fora das redações e, dentre eles, o décimo segundo merece destaque, pois omitir que se é jornalista para obter confidências só deve ser válido nos casos em que a informação buscada é de interesse público.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Retornando à lista de Johnson, aparece o primeiro pecado capital: distorção deliberada ou inadvertida. A primeira é a mentira consciente, dada não só pela “má intenção dos editores de jornais”, mas também por um princípio estrutural, uma vez que vários meios de comunicação são de um mesmo dono e não têm concorrência para contradizê-los, fazendo com que ao distorcerem um assunto saiam ilesos de punição. É importante ressaltar que as distorções deliberadas “não são um problema ético exclusivo dos jornalistas, mas de toda a sociedade”. Já a segunda distorção se refere à competência interna das redações, em que o “offismo” e o “vazamentismo” apontados por Marcelo Leite aparecem como problemas que geram distorções inadvertidas. A pressa da profissão e o objetivo de conseguir um furo fazem parte da aspiração à perfeição, mas o jornalista deve estar atento, perguntar e duvidar ao máximo para evitar o erro, uma vez que se encontra comprometido com a verdade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O segundo pecado diz respeito aos estereótipos das imagens de uma notícia. No telejornalismo, não há notícia se não houver imagem e seu interesse é a realidade espetacular que serve para emocionar a platéia. Porém, “quando o jornalismo emociona mais do que informa, tem-se aí um problema ético, que é a negação da sua função de promover o debate das idéias no espaço público”. Esses estereótipos, segundo o jornalista Walter Lippmann, por já serem interiorizados pelas pessoas, condicionam o modo de fotografar a realidade. Para eliminar esse pecado capital, é preciso aperfeiçoar a visão crítica dos profissionais de imprensa, pois “somente as palavras podem processar o pensamento crítico sobre a imagem – são elas que criam mediações entre o que se vê e o que se compreende daquilo que é visto”.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A invasão de privacidade é um outro pecado capital do jornalismo; é vista como uma força que não respeita a integridade física das pessoas desejadas pela massa e se justifica alegando que a privacidade dessas pessoas é de interesse público. Há, no entanto, de existir um limite e cabe a cada um julgá-lo analisando responsável e conscientemente o que deve ser privado e mantido em sigilo ou não. Diferenciar o que é interesse público do que é “curiosidade perversa do público” é o principal dilema, além do problema maior, que não é passar a informação e sim a maneira como isso é feito.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O quarto pecado - assassinato de reputação - está bastante relacionado com o terceiro. A ética do jornalismo sensacionalista parece fechar os olhos para a privacidade de pessoas pobres, não se importando se terão sua imagem e reputação prejudicadas. Já quando a pessoa aparece acima da linha de respeitabilidade humana, a imprensa é capaz de assassinar uma reputação.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A superexploração do sexo é um pecado preocupante. Ela é observada mais comumente em programas de baixaria, que alegam transmitir o que o público deseja, tendo como parâmetro a audiência. Nesse ponto, a popularidade se sobrepõe à legitimidade e é dever da imprensa se posicionar contra isso. A solução a nível individual dos jornalistas é usar de um mínimo de bom gosto.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O sexto pecado não é da imprensa, mas da cultura. O envenenamento das mentes das crianças acontece quando a “indústria dos games adota enredos de extrema brutalidade para os jogos em vídeo que são vendidos ao público infantil”, e por isso não se pode culpar o jornalismo pelas reportagens; acontece também quando a publicidade, sem medir barreiras, divulga marcas de cigarro em carros de corrida, marcas de cerveja em camisetas de jogadores de futebol. “Não é o jornalismo que ‘envenena a mente das crianças’, ou pelo menos, não é ele o maior culpado”; ele pode combater a isso de forma mais crítica, mas recua.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O abuso de poder é o último pecado citado por Johnson. Os proprietários dos meios de comunicação não se preocupam em exercer de forma controlada o poder de que dispõem. “A liberdade de imprensa é inegociável”, contudo os controladores desses meios deveriam se subordinar a valores éticos construídos pela democracia que lhes dá essa liberdade. Não havendo uma consciência dessas pessoas, portanto, deveriam ser impostos limites para que a ética jornalística prospere.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A fim de evitar esses sete pecados e orientar o público na exigência de informações de qualidade, Paul Johnson propõe uma lista de dez mandamentos: o jornalista deve ter o desejo dominante de descobrir a verdade; deve pensar nas conseqüências do que se publica; saber que contar a verdade não é o bastante; possuir impulso de educar; distinguir opinião pública de opinião popular – ou seja, diferenciar interesse e curiosidade pública; deve ter disposição para liderar que significa ter a iniciativa de combater o senso comum; mostrar coragem; disposição de admitir o próprio erro; justiça geral; respeitar e honrar as palavras.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao final do capítulo, Bucci faz três comentários em relação aos sete pecados e aos mandamentos de Paul. O primeiro se refere ao mito da opinião pública – um dos ideais, citados por Johnson, que precisam ser examinados criticamente para um entendimento menos ideológico do jornalismo. Esse conceito de opinião pública surgiu no Século das Luzes, sofreu reflexos durante a Revolução Francesa e, desde então, pergunta-se se ali já não estaria criado o pressuposto do público capaz de julgar. Supunha-se que sim. “Mesmo quando compartilhada por um outro grupo de pessoas, a opinião não era vista como algo que coincidisse com a verdade, ou com a ciência”.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para vários franceses, a opinião pública poderia ser portadora da verdade divina. Isso seria uma forma democrática de opor-se aos monarcas. Desde então, a tese mística da revelação da verdade como a salvação contra todas as tiranias jamais abandonou o conceito de opinião pública e a função da imprensa é mediar esta relação. Esse ideal se desfez com o surgimento dos meios de comunicação de massa - que dois séculos antes tinha por objetivo a comunicação dos cidadãos, seus debates e seus diálogos e passou a ser um produto do mercado. Os meios influenciam as massas e as democracias estão tentando encontrar uma maneira de controlar esse poder da mídia.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Se a opinião pública já não é mais capaz de dizer o que é certo ou errado, uma vez que está submetida ao mercado, é função do jornalista encontrar maneiras de informar e orientar o público, não podendo ser mais aceitável a justificativa de que se está oferecendo tais informações porque é aquilo que “o povo pede”. Logo, “quando fala que o jornalismo deve ter disposição de educar” é no sentido de educar como quer o projeto democrático.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O segundo comentário faz alusão à manipulação das redações na distorção das informações que acontece de duas maneiras: através do poder exercido pelos políticos que tentam dominar o público sem que se dêem conta do que está acontecendo; e através dos aproveitadores que acreditam sempre poder enganar os cidadãos com suas mentiras. Todavia, os donos dos meios de comunicação não podem tudo e, nesse contexto, entra a ética jornalística ao saber se afastar da “idolatria do consumo”, que nada mais é do que voltar as informações para os interesses do público ao invés de atender aos dos patrões. A mídia e o jornalismo passam a se moldar pelas demandas de consumo público; fazem o consumidor se sentir um soberano, quando na verdade, este se torna objeto da indústria cultural.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por fim, há de se estabelecer as diferenças entre o que seria uma ética nos meios de comunicação e na imprensa, uma vez não esclarecidos completamente pelos pecados e mandamentos de Johnson. O primeiro é subjetivo, se dedica ao entretenimento e não se importam muito com o conteúdo; o segundo lida com a verdade factual, com a interpretação de notícias e idéias e deve promover a busca da verdade de forma crítica. Este deve ser usado em benefício público, pois tem um “pacto baseado na credibilidade – e não na diversão ou no entretenimento”. Por isso, “se os jornalistas devem ‘respeitar e honrar as palavras’, os meios de comunicação devem respeitas e honrar o jornalismo, não usando seu nome em vão”.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Este trabalho foi desenvolvido para a matéria de Teoria do Jornalismo, em 05 de maio de 2007.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8140183838255997442-1622472562623802033?l=resenhasculturais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/feeds/1622472562623802033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8140183838255997442&amp;postID=1622472562623802033&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/1622472562623802033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/1622472562623802033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/2007/11/sobre-tica-e-imprensa-eugnio-bucci.html' title='Sobre Ética e Imprensa, Eugênio Bucci'/><author><name>Gabriela Borini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14587205894432461378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-1aMXEgrRJlQ/ThPFLOBILRI/AAAAAAAAAz0/FIsIqdWxSSQ/s220/foto16.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8140183838255997442.post-8393514597796949227</id><published>2007-11-26T08:28:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T08:41:34.966-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='radiojornal'/><title type='text'>Radiojornal</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Radiojornal produzido pelos alunos do 2º ano de jornalismo de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ficha Técnica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Locução:&lt;/span&gt; Débora Nogaroli e Leonardo Maturana&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Apresentação: &lt;/span&gt;Patrícia Ruzene&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sonoplastia:&lt;/span&gt; Wellington Silva&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Edição: &lt;/span&gt;Gabriela Borini&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Coordenação do Programa:&lt;/span&gt; Renata Assumpção&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Direção de Jornalismo:&lt;/span&gt; Paulo de Barros&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.claudiaabreu.com/gabi/radiojornal22092008.mp3" pluginspace="http://www.apple.com/quicktime/download/" loop="false" controller="true" autoplay="false" height="100" width="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8140183838255997442-8393514597796949227?l=resenhasculturais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/feeds/8393514597796949227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8140183838255997442&amp;postID=8393514597796949227&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/8393514597796949227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/8393514597796949227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/2008/11/radiojornal.html' title='Radiojornal'/><author><name>Gabriela Borini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14587205894432461378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-1aMXEgrRJlQ/ThPFLOBILRI/AAAAAAAAAz0/FIsIqdWxSSQ/s220/foto16.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8140183838255997442.post-3569925257990442706</id><published>2007-11-26T04:59:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T08:34:21.303-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='video'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='documentário'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>Documentário Identidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Trecho do vídeo-documentário do curso de jornalismo, produzido pelos alunos do 2º ano de 2008.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ficha Técnica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Roteiro:&lt;/em&gt; Gabriela Borini&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fotografia:&lt;/em&gt; Leonardo Maturana&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Som:&lt;/em&gt; Rafael Roncato&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Montagem:&lt;/em&gt; Isabelle ribeiro&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Direção:&lt;/em&gt; Renata Assumpção&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Supervisão:&lt;/em&gt; Joana Junqueira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="240" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.claudiaabreu.com/gabi/trechodocjorn.wmv"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.claudiaabreu.com/gabi/trechodocjorn.wmv" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="240" width="320"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tempo total: 37s&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tamanho do vídeo:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8140183838255997442-3569925257990442706?l=resenhasculturais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/feeds/3569925257990442706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8140183838255997442&amp;postID=3569925257990442706&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/3569925257990442706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8140183838255997442/posts/default/3569925257990442706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resenhasculturais.blogspot.com/2007/11/blog-post.html' title='Documentário Identidade'/><author><name>Gabriela Borini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14587205894432461378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-1aMXEgrRJlQ/ThPFLOBILRI/AAAAAAAAAz0/FIsIqdWxSSQ/s220/foto16.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
